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Gula ou Transtorno Compulsivo Alimentar?

  • 29 de dez. de 2015
  • 1 min de leitura

O transtorno está presente na vida de pessoas que comem uma quantidade de alimentos muito maior em um período de tempo muito menor ao que ela normalmente comeria e, apesar de ser uma doença psiquiátrica, o TRANSTORNO COMPULSIVO ALIMENTAR (TCAP) tem tratamento. Para que seja realizado o diagnóstico, esses episódios de voracidade devem ocorrer pelo menos dois dias por semana ao longo de um período de seis meses.

Após a identificação do TCAP, algumas medidas deverão ser tomadas para o tratamento. Nem sempre é necessário que se recorra a algum tipo de droga para recuperação do paciente. O envolvimento de alguns profissionais na mudança de hábitos pode ajudar, já que os cuidados são mais comportamentais e podem envolver práticas como reeducação alimentar e realização de exercícios físicos. Porém, há casos mais específicos. Usa-se farmacológicos, como a administração de medicamentos antidepressivos e indutores de saciedade, em casos em que essa compulsão pode ser resultado de uma depressão ou ansiedade.

Entre os profissionais envolvidos no tratamento, estão o psiquiatra, psicólogo, nutricionista e educador físico que, juntos, proporcionam a retomada do bem-estar do comedor compulsivo. Terapias familiares, em grupo, comportamentais ou individuais também costumam ser recomendadas para realização do acompanhamento. De acordo com a Associação Americana de Psiquiatria, o Transtorno Compulsivo Alimentar Periódico atinge entre 2% e 4% da população mundial, e ainda afirma que 7% a 30% dos obesos sofrem com o TCAP.

 
 
 

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